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sábado, 10 de dezembro de 2011

Música "Ressuscita-me" - Aline Barros


    A canção “Ressuscita-me” tem sido bastante entoada pelos evangélicos. Sua melodia é bonita e envolvente — admito —, mas a sua letra está de acordo com as Escrituras? Tenho recebido vários pedidos por e-mail para analisá-la. E resolvi atender a essas solicitações.
  Adianto que esta abordagem respeita a licença poética, mas prioriza a Palavra de Deus (1 Co 4.6; At 17.10,11; Gl 1.6-8). Afinal, como crentes espirituais, devemos discernir bem tudo (canções, pregações, profecias, milagres, manifestações, etc.), a fim de retermos somente o que é bom (1 Co 2.15; 1 Ts 5.21).
   “Mestre, eu preciso de um milagre. Transforma minha vida, meu estado. Faz tempo que eu não vejo a luz do dia. Estão tentando sepultar minha alegria, tentando ver meus sonhos cancelados”. Não vejo problemas no início da composição em análise, visto que todos nós, mesmo salvos, passamos por momentos difíceis em que nos sentimos perseguidos, isolados, como que presos em um lugar escuro, sufocante, “no vale da sombra da morte” (Sl 23.4). Nessas circunstâncias, é evidente que ansiamos por um grande milagre.
  “Lázaro ouviu a sua voz, quando aquela pedra removeu. Depois de quatro dias ele reviveu”. Aqui, como se vê, a construção frasal não ficou boa. Quem removeu a pedra? Com base na licença poética, prefiro acreditar que o compositor referiu-se aos homens que removeram a pedra, naquela ocasião (Jo 11.39-41), haja vista Lázaro, morto e amarrado, não ter a mínima condição de fazer isso — segundo os historiadores, aquela pedra pesava cerca de quatro toneladas.
   A oração cantada prossegue: “Mestre, não há outro que possa fazer aquilo que só o teu nome tem todo poder. Eu preciso tanto de um milagre”. Algum problema, aqui? Não.
  “Remove a minha pedra, me chama pelo nome”. Os problemas começam aqui. Se o compositor tomou a ressurreição de Lázaro como exemplo, deveria ter sido fiel à narrativa bíblica. É claro que Deus remove pedras grandes, como ocorreu na ressurreição do Senhor Jesus (Mc 16.1-4). Mas, no caso de Lázaro, quem tirou a pedra foram os homens, e não Deus (Jo 11.41)!
   Aprendemos lições diferentes com as circunstâncias que envolveram as aludidas ressurreições. Fazendo uma aplicação espiritual, há algumas pedras que Deus remove (como na ressurreição de Jesus), mas há outras que o ser humano deve revolver (como na ressurreição de Lázaro). Em outras palavras, Deus faz a parte dEle, e nós devemos fazer a nossa (Tg 4.8; 2 Cr 7.13,14).
  “Muda a minha história. Ressuscita os meus sonhos. Transforma a minha vida, me faz um milagre, me toca nessa hora, me chama para fora”. Clichês comerciais e antropocêntricos não podem faltar em gospel hits: “muda a minha história”, “sonhos”, etc. Como já falei muito sobre esse desvio em meu livro Erros que os Adoradores Devem Evitar, evitarei ser ainda mais “antipático”. Mas é importante que os compositores cristãos aprendam que os hinos devem ser prioritariamente cristocêntricos.
  “Ressuscita-me”. Aqui vejo a principal incongruência do cântico, a qual não pode ser creditada à licença poética. Pedir a Deus: “ressuscita os meus sonhos”, no sentido de que eu me lembre das suas promessas e volte a “sonhar”, a ter esperança, a aspirar por dias melhores, etc. — a despeito do que afirmei sobre o antropocentrismo —, até que é aceitável. Mas não posso concordar com a súplica: “Ressuscita-me”. Por quê? Porque o salvo em Cristo já ressuscitou, espiritualmente, e não precisa ressuscitar de novo!
  Quer dizer, então, que a aplicação feita pelo compositor é contraditória? Sim, pois, em Colossenses 3.1, está escrito: “se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus”. O que é o novo nascimento? Implica morte para o pecado (Cl 3.3) e ressurreição para uma nova vida (Rm 6.4). Essa analogia da nossa preciosa salvação — pela qual temos a certeza de que estamos mortos para o pecado e já ressuscitamos para o nosso Deus — não pode ser posta em dúvida para atender a anseios antropocêntricos. Por isso, a oração “Ressuscita-me” se torna, no mínimo, despropositada.
  Alguém poderá argumentar: “Ora, a Bíblia não diz, em 1 Coríntios 15, que vamos ressuscitar? Por que seria errado pedir isso para Deus?” Bem, o sentido da ressurreição, no aludido texto paulino, é completamente diferente do mencionado na composição em apreço. Paulo referiu-se à ressurreição literal daqueles que morrerem salvos, em Cristo (vv.51-55; 1 Ts 4.16,17). Hoje, em vida, não esperamos ser ressuscitados, pois já nos consideramos “como mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus nosso Senhor” (Rm 6.11). Amém?
Ciro Sanches Zibordi
 
Fonte:  http://cirozibordi.blogspot.com/

sábado, 19 de novembro de 2011

Adoração - o que não é, o que é e o que precisa ser!

   Adoração não é uma simples performance vocal ou instrumental. Adoração não é um movimento corporal estereotipado. Adoração não é cantar como adoradores comprometidos vivendo de forma descomprometida. Adoração não é delimitar um espaço físico para Deus se manifestar. Adoração não é “vibrar” na celebração com outras pessoas sem “vibrar” no cotidiano. Adoração não é uma simples leitura de uma partitura que é desenvolvida de forma fria e sem expressão. Adoração não é se apoiar nos candidatos a ídolos da música gospel. Adoração não é maquiar a vida através de expressões, frases ou palavras. Adora ção não é fazer de conta. Adoração não é ritual que despreza a sensibilidade e o coração. Adoração não é o canto externo. Adoração não é obrigação que escraviza. 
    Adoração é vida comprometida com Deus e com o próximo - “Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de todas as tuas forças. E o segundo é este: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo...” (Mr 12.30-31). Adoração é o resultado da experiência pessoal com o Cristo libertador. Adoração é estar com Deus sem se preocupar com a geografia - “Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem” (Jo 4.23). Adoração é expressão do relacionamento com Cristo no cotidiano. Adoração é optar pela sinceridade diante daquele que tudo sabe, mesmo quando muitos escolhem utilizar uma máscara. Adoração é o canto do coração. Adoração é menos fórmulas e mais agir de Deus. Adoração é ser livre para expressar a Deus o puro louvor. Adoração é reconhecer que Deus é a única platéia. Adoração é esquecer o homem e fixar os olhos no Todo Poderoso - “Graças te dou de todo o meu coração; diante dos deuses a ti canto louvores” (Sl 138.1). Adoração é caminhar com equilíbrio, vivendo os propósitos eternos de Deus. Adoração é quebrantamento e humildade diante da misericórdia do Pai.
    Adoração precisa ser em tempo integral. Não como uma demonstração de perfeição, pois não seria real, mas como meta a ser buscada por aqueles que fazem parte da grande família de Deus. A adoração precisa ser pessoal, cultivada e experimentada na individualidade da relação com Deus, nos momentos difíceis da vida, nas horas inesperadas e nas grandes conquistas. A adoração precisa ser coletiva, produzida por pessoas que experimentam de Deus e se reúnem para celebrá-lo com alegria. A adoração precisa ser canalizada ao Senhor dos Senhores e Rei dos Reis, único digno de ser adorado - “Porque dele, e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém” (Rm 11.36). A adoração precisa ser desenvolvida mais com o coração e menos com os lábios. A adoração precisa ser a expressão daqueles que estão se quebrantando diante da grandeza insondável de Deus. A adoração precisa ser cultivada nos parâmetros da Palavra de Deus para não ser arrastada pela “correnteza” da vaidade e do orgulho que assume o seu lugar. A adoração precisa ser desenvolvida nos momentos, os mais complexos e simples da existência humana.
    Fuja da adoração que não é, se apegue na adoração que é, e reflita na adoração que precisa ser.
 Evaldo Rocha
Fonte: http://www.prazerdapalavra.com.br

sábado, 7 de maio de 2011

Em busca de Autenticidade

   Existem algumas poucas coisas que eu queria dizer aos líderes de louvor e para os compositores de músicas de adoração do século XXI. A primeira coisa que eu gostaria de dizer — perdoe-me por ser dolorosamente óbvio — tem a ver com autenticidade. Se alguém se propõe a liderar adoração e compor músicas de adoração, esperamos que essa pessoa já tenha estado lá antes. Isso significa que você está falando sobre coisas que você conhece. Ao liderar, você está dizendo: “eu conheço o caminho; eu já estive lá antes, e esse terreno me é familiar”. Não estou falando sobre a experiência da adoração, mas sobre andar com Deus. Estamos presumindo que você sabe o que isso tudo significa, e que tudo o que você escrever, tudo o que você falar, tudo o que você cantar, tocar e tudo o mais que acontecer será uma conseqüência da sua experiência pessoal. 
  A pressão surge quando você tem que forjar uma experiência que,honestamente, está além daquilo que você vivencia. Você nunca teve aquela experiência e, de repente, tudo o que você tem não passa de algo que não é genuíno. Você irá escrever sobre coisas intangíveis e superespiritualizadas, que irão soar vazias. Ou talvez você irá desejar que elas pareçam genuínas. Ao conduzir o louvor, você estará fazendo uma apresentação. E, francamente, nós já não temos visto muito disso?
  Isso tudo nos mostra que você deve descobrir como fazer as coisas de coração. A adoração é uma experiência que flui do nosso coração para o coração de Deus. É uma experiência de coração para coração, e por isso devemos aprender a fazer as coisas com sinceridade. Você deve conhecer o caminho do quebrantamento, da dificuldade, da desolação e o caminho da intimidade, do relacionamento, da cura e da vida. Você deve experimentar fazer as coisas de coração — e espero que aquilo que Deus tenha para fazer em sua vida, como líder ou compositor, seja conduzi-lo a essa jornada do coração. O que Deus quer fazer é levá-lo a essas regiões mais sensíveis da sua alma, para que você adquira o conhecimento e a profundidade que só a experiência poderá lhe dar, e, dessa forma, seja capaz conduzir sua comunidade a um nível mais intenso de adoração.

John Eldredge é atualmente um dos mais conhecidos autores cristãos. Seus livros, como The Sacred Romance (em co-autoria com Brent Curtis), Journey of Desire, Wild at Heart e Waking the Dead estão dando um novo formato ao pensamento cristão-evangélico.
Fonte: www.vineyardrecursos.com.br

sábado, 28 de agosto de 2010

OS EFEITOS DA ADORAÇÃO!

BASEADO E ADAPTADO DO TEXTO DE RUSSEL SHEDD. Bibliografia citada no final do artigo
Jesus em sua infinita sabedoria disse estas palavras que tem preciosa riqueza e verdade. Moldamos-nos na forma do que mais valorizamos.
Como Russel  P. Shedd escreveu: “Se alguém fizer do dinheiro o seu deus, para ele, as pessoas serão desvalorizadas em prol da ganância”(Shedd, 1987 p. 105)
   Da mesma forma se alguém fizer do trabalho seu deus... Viverá em função dele, não dando atenção a coisas essenciais da vida. Se viver em função de um corpo escultural, dos prazeres da vida, das aventuras... Onde estiver seu tesouro...estará ali o seu coração.
“A adoração transforma o adorador na imagem do deus diante do qual ele se curva”.(autor desconhecido)
   Observemos algumas mudanças que ocorrem na vida daqueles que colocam o seu tesouro em Jesus através da adoração sincera. Vejamos quais os efeitos que esta adoração promove na vida do cristão. 
1.       SEGURANÇA
   Assim como uma criança confia em seus pais, a adoração genuína promove no cristão um sentimento de confiança em relação ao Senhor: “Pois tu és a minha esperança, Senhor DEUS; tu és a minha confiança desde a minha mocidade.” (Sl 71.5) O salmista, já em avançada idade, diz claramente que a sua confiança vem do Senhor desde sua juventude. Quando em adoração colocamos nossa confiança no Senhor, nós voltamos nossos olhos para aquele que é o sustentador da história. Reconhecemos que até certo ponto podemos agir, mas dali em diante a soberania de Deus é que opera. Desta forma, deixamos abertas as portas de nossa vida para o agir de Deus. 
2.       COMUNHÃO
   O contato com o Senhor por meio da adoração promove em nós um sentimento de amor pelo próximo. Temos mais compaixão, mais empatia, sentimo-nos mais na pele do outro. Nos aproximamos de Deus e assim, nos aproximamos do próximo. O sentimento é como o descrito no evangelho de Lucas: E, respondendo Jesus, disse: Descia um homem de Jerusalém para Jericó, e caiu nas mãos dos salteadores, os quais o despojaram, e espancando-o, se retiraram, deixando-o meio morto. E, ocasionalmente descia pelo mesmo caminho certo sacerdote; e, vendo-o, passou de largo. E de igual modo também um levita, chegando àquele lugar, e, vendo-o, passou de largo. Mas um samaritano, que ia de viagem, chegou ao pé dele e, vendo-o, moveu-se de íntima compaixão; E, aproximando-se, atou-lhe as feridas, deitando-lhes azeite e vinho; e, pondo-o sobre a sua cavalgadura, levou-o para uma estalagem, e cuidou dele; (Lucas 10.30-34) 
3.       SANTIFICAÇÃO
   José de Alencar em um de seus romances escreve: “A sociedade no seio da qual me eduquei fez de mim um homem à sua feição.” [1] A grande verdade é que somos o produto do meio em que vivemos. Ao ter uma vida de adoração contínua, seja orando, louvando, meditando em sua palavra, certamente o Espírito produzirá em nós frutos de santificação.
   (Shedd, 1987) fala com muita propriedade: “Sentimo-nos tão incomodados ao tomar conhecimento dos nossos deslizes morais e falhas espirituais na presença do único Deus santo, da mesma forma como nos sentiríamos usando roupas imundas, rasgadas e malcheirosas, na sala do trono, diante de um rei.” (p.108) 
4.       VISÃO TRANSFORMADA
Acredito que essa mudança ocorre em duas dimensões principais:
a)       A adoração promove no crente uma forte consciência de seu chamado.  Paulo teve sua visão transformada ao se encontrar com Jesus. Em Damasco, quando teve seu encontro com Cristo, ele obedeceu ao Senhor e passou a ver o evangelho como uma necessidade para o mundo. Paulo partiu para missões e pôs–se a pregar este evangelho a tempo e em fora de tempo. Este desejo de ser testemunha de Jesus está inerente ao coração adorador.
b)       A visão é transformada também em relação ao modo como se encara a vida. Por ter mais segurança, o cristão passa a ser mais otimista, a entender que o que se vê é apenas aparente e efêmero, que o Senhor dirige nossos passos segundo sua vontade. “Porque não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a futura.” (Hb 13.14) “(...) Toda a carne é erva e toda a sua beleza como a flor do campo. Seca-se a erva, e cai a flor, soprando nela o Espírito do SENHOR. Na verdade o povo é erva.” (Is. 40.6,7) 
5.       REVERÊNCIA E JÚBILO
   “Por isso, tendo recebido um reino que não pode ser abalado, retenhamos a graça, pela qual sirvamos a Deus agradavelmente, com reverência e piedade; Porque o nosso Deus é um fogo consumidor.” (Hebreus 12.28.29)
“Mesmo os que dirigem os cultos deixam de perceber que a maioria dos cristãos passa seus anos sem jamais parar para perguntar se Deus está satisfeito com o culto a ele oferecido. (...) São como crianças, que, num dia muito frio, param na calçada para desenhar com os dedos numa vitrina embaçada. Que susto têm quando, de repente, vêem através de seus desenhos alguém que os observa.” (SHEDD, 1987 p.111)
  • Vontade de se aparecer; necessidade de afirmação
  • Ativismo religioso (ir porque tem que cantar tocar, falar etc.)
  • Cumprimento de uma agenda
  • Cumprimento de uma obrigação perante as pessoas
  • Tradição (Ir à igreja porque sempre foi...)
  • Encontro meramente social
   Qual é a real motivação? O que te faz mover para ir a um culto?
    Muitas vezes estamos tão ligados no piloto automático que nossa adoração não acontece, mas apenas um ritual de rotina. Uma obrigação, um ativismo ou um encontro social. Membros dispersos, com o coração vazio, sem esperança de se ter um encontro com o Senhor na adoração pública. A adoração promove em nós um sentimento de satisfação e reverência ao sentir a presença de Deus.
 
“Quando vejo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que preparaste; Que é o homem mortal para que te lembres dele? E o filho do homem, para que o visites? Ó Senhor, Senhor nosso, quão admirável é o teu nome sobre toda a terra!” (Salmos 8.3,9)
   “O sentimento de reverência na presença de Deus não anula a alegria que também experimentamos. (...) Os atos de adoração relatados na bíblia são caracterizados por um intenso júbilo que brotava no coração do povo de Deus.” (RUSSEL, 2003)
Vejamos algumas passagens que corroboram esta afirmação:
    “E os filisteus, ouvindo a voz de júbilo, disseram: Que voz de grande júbilo é esta no arraial dos hebreus? Então souberam que a arca do SENHOR era vinda ao arraial.” (1 Samuel 4.6) 
   “E cantavam juntos por grupo, louvando e rendendo graças ao SENHOR, dizendo: porque é bom; porque a sua benignidade dura para sempre sobre Israel. E todo o povo jubilou com altas vozes, quando louvaram ao SENHOR, pela fundação da casa do SENHOR.” (Esdras 3.11)
    “Cantai-lhe um cântico novo; tocai bem e com júbilo.” (Salmos 33.3)
   “Nas tendas dos justos há voz de júbilo e de salvação; a destra do SENHOR faz proezas.” (Salmos 118.15)
   Reflita sobre os frutos que sua adoração tem produzido. Reflita sobre a autenticidade e integridade. Precisamos refletir... E, se porventura não encontrarmos frutos de uma adoração genuína, o Senhor certamente estará com os ouvidos atentos ao nosso clamor, seus braços estão abertos para nos acolher e nos trazer de volta à sua comunhão.

Ramon Chrystian de Almeida Lima
www.letrasonora.com.br
 
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[1]Pg. 139- Bosi, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. 43ed. São Paulo: Cultrix, 2006.
Bibliografia:
SHEDD, Russel P. Adoração Bíblica. 1ed. São Paulo: Vida Nova, 1987. 170 p.
RUSSEL, Bob. Uma Igreja de Sucesso. 1ed. São Paulo: 2003

Retirei do site  www.prazerdapalavra.com.br