
Há pessoas “estrelas” e há pessoas “cometas”. Os “cometas” apenas são lembrados pelas datas em que passam e retornam. As “estrelas” permanecem. Transcorrem os anos, milhões de anos e as “estrelas’ permanecem. Os “cometas” desaparecem.
Há muita gente “cometa”. Passa pela vida da gente apenas por instantes. Gente que não prende ninguém e a ninguém se prende. Gente que passa pela vida sem iluminar, sem aquecer, sem marcar presença. Assim são muitos e muitos artistas e também reis e rainhas. Brilham por instantes nos palcos da vida ou nos seus próprios castelos. E com a mesma rapidez com que aparecem, também desaparecem.
Assim são os amigos: “estrelas” na vida da gente. Pode-se contar com eles. São presenças. São aragens nos momentos de tensão. São luzes nos momentos escuros, alimentos nos momentos de fraqueza e segurança, nos momentos de desânimo.
Ser “estrela” neste mundo passageiro, neste mundo cheio de pessoas “cometas” é um desafio, mas acima de tudo uma recompensa. É nascer e ter vivido e não apenas existido.
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