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Marcos Feliciano: alvo de monumental oposição evangélica esquerdista |
A carta invoca o exemplo do Rev. Jaime Wright, líder presbiteriano ativamente envolvido com movimentos de esquerda durante o regime militar do Brasil, e também o exemplo do Bispo Desmond Tutu, bispo anglicano famoso por apoiar a ordenação de homossexuais ao pastorado.
Entre os que assinaram a carta estão:
A carta deixa claro que seus assinantes são militantes na área de direitos humanos. Vários dos assinantes são da Escola Superior de Teologia, cujo histórico de militância inclui palestra de Luiz Mott, o líder do movimento homossexual brasileiro.
Outros militantes da carta pertencem à organização esquerdista Rede Fale, que está pedindo uma audiência pública contra Feliciano.
Todos esses grupos e indivíduos só estão fazendo o que sempre fizeram: dando apoio ao PT. Se o PT quer Feliciano fora, eles dizem “amém”.
A ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Travestis, Transsexuais e Transgêneros), em comunicado à imprensa no dia 10, domingo, prometeu que vai recorrer à ONU contra Feliciano.
No mesmo domingo, o CONIC — entidade marxista que reúne a CNBB, a IECLB, a Igreja Presbiteriana Unida e outras denominações tradições — divulgou moção de repúdio contra Feliciano.
Dá para compreender a ABGLT, o PT e outros radicais pedindo a cabeça de Feliciano. Mas não dá para entender líderes evangélicos colocando a religião marxista adotada em suas vidas acima do Evangelho de Jesus Cristo, principalmente quando deturpam o Evangelho em benefício de um podre pretexto ideológico para perseguir um pastor que, neste momento de colossal perseguição, precisa de apoio, não de condenação.
O problema de se julgar o caráter de Feliciano é que muitos dos pastores da lista da Ultimato têm um caráter ligado ao trabalho sujo de levar almas ingênuas aos currais de Karl Marx.
A seguir, disponibilizo a carta original da revista Ultimato com os nomes de todos os pastores traidores que estão apoiando o linchamento moral e midiático de Feliciano:
Carta evangélica contra Marcos Feliciano
Nós, pastores, pastoras e líderes evangélicos de organizações envolvidas com a agenda dos Direitos Humanos, escrevemos esta carta aberta para pedir sua intervenção nos recentes acontecimentos relacionados à nova composição da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados.
Constatamos, surpresos, que 12 dos 18 membros da Comissão são membros de Igrejas Evangélicas, o que representa grande responsabilidade para nós, pastores e líderes evangélicos envolvidos com esse tema. Entendemos que este momento representa uma oportunidade concreta para a promoção e a defesa dos direitos dos mais vulneráveis e das minorias. Nesse sentido, é preciso tanto uma postura de escuta à Deus e à sociedade, quanto a certeza de que os espaços de poder ocupados precisam ser utilizados principalmente como espaços de serviço.
No entanto, o quadro que assistimos no processo de eleição da presidência da Comissão foi desolador. Não se trata aqui de pré-julgar o presidente recém-eleito, mas não há como desconsiderar seus vários comentários públicos sobre negros, homossexuais e indígenas, declarações que inviabilizam a sustentação política de seu nome entre os que atuam e são sensíveis às temáticas dos Direitos Humanos.
A Igreja Evangélica brasileira experimenta um momento singular, com a enorme responsabilidade de ter vários parlamentares atuando na CDHM que foram apoiados oficialmente por diferentes denominações, situação que abre a possibilidade de que – caso haja mudanças na presidência da comissão e uma postura condizente com a função – seja dada uma importante contribuição ao campo dos Direitos Humanos no País. Para tanto, é fundamental que o clima de conflito e mobilizações contrárias à nova presidência seja dissipado. Por essa razão, redigimos esta carta como um apelo, na esperança de que os líderes das Igrejas considerem orientar seus fiéis que atuam como parlamentares – que elegeram a nova composição da Comissão -, para que atuem na resolução deste conflito.
O ano de 2013 pode trazer avanços nos trabalhos da CDHM e por isso fazemos este apelo aos líderes das igrejas que apoiaram os parlamentares evangélicos. Nosso pedido, aliás, se junta à conclamação de vários setores da sociedade e perpassa não somente movimentos ligados às lutas de minorias, mas também a OAB e diferentes indivíduos e organizações. Cumpre discernir que não há uma perseguição aos evangélicos; há, sim, uma situação de conflito que precisa ser equacionada, especialmente porque, para nós, o compromisso do Evangelho com os mais pobres e vulneráveis é central. Ainda há tempo para a indicação de um novo ou nova parlamentar que, a despeito de suas convicções, traga pacificação e consenso à sociedade brasileira, presidindo a CDHM com a isenção esperada. É tempo para nova disposição, numa postura aberta, a fim de que seja viável a indicação pelo PSC de um outro nome, que não possua tamanha rejeição.
Urge que os irmãos, pelas posições que ocupam, façam um firme e público pronunciamento para a sociedade e para os fiéis de suas igrejas com relação à defesa dos direitos humanos e à importante contribuição que a comunidade evangélica pode oferecer a este tema. Nossa oração é que exemplos históricos como os do Pr. Martin Luther King Jr., do Rev. Jaime Wright e do Bispo Desmond Tutu possam inspirar e servir de referência para a atuação dos vários parlamentares evangélicos na CDHM, levando-os a se posicionar ao lado dos que sofrem injustiças.
Prezados irmãos, escrevemos aqui sob o temor ao nosso Deus e conscientes de que há um caminho de consenso para esta situação. A ninguém, muito menos aos direitos dos que sofrem, interessa que esta disputa entre posições extremas prossiga.
Em Cristo, despedimo-nos,
Alessandro Rodrigues Rocha – Pastor Batista... demais lista é só acessar o blog abaixo.
Fonte: juliosevero.blogspot.com.br/
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