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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Mensagem de Ano Novo!!!

          Desejo a vocês que me acompanham pelo Blog um 2012 repleto das bençãos do Senhor!!!   
     "Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias, a qual se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial.  Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.
       Doze meses dão pra qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.  Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui para adiante vai ser diferente...
      ... Para você, desejo o sonho realizado, o amor esperado, a esperança renovada.
     ... Para você, desejo todas as cores desta vida, todas as alegrias que puder sorrir, todas as músicas que puder emocionar.
    ... Para você, neste novo ano, desejo que os amigos sejam mais cúmplices, que sua família esteja mais unida, que sua vida seja mais bem vivida.
     Gostaria de lhe desejar tantas coisas, mas nada seria suficiente...
     Então, desejo apenas que você tenha muitos desejos.  Desejos grandes e que eles possam te mover a cada minuto ao rumo da sua FELICIDADE!!!"
                     * Texto atribuído a Carlos Drummond de Andrade

Mitos e verdades sobre o Ano Novo!

Final de ano é tempo alguns mitos reaparecerem com ares de verdades.
Vejamos alguns deles.

Mito 1 -- Mudança de ano traz mudança.
É um mito atribuir um valor especial a um determinado dia do ano. Mudança de ano é apenas mudança de ano. Não tem nada de especial o 31 de dezembro; exceto pelos eventos, é um dia como qualquer outro.
Mito 2 -- Virado o ano, tudo vai melhorar.
É um mito pensar que o próximo ano será melhor que este. O próximo ano pode ser pior do que este. Não há uma garantia de que ele será melhor, apenas porque desejamos que seja melhor. Praticamente, em todas as culturas o dia da virada é especial por aquilo que traz para o futuro. No entanto, o futuro não é automático.

Mito 3 -- Se eu vestir branco na virada do ano, terei um ano de paz.
O branco é uma cor muito bonita. Só isto. O preto igualmente também.
Mito 4 -- Não adianta fazer votos para o próximo ano.
É um mito deixar passar o ano sem uma reflexão sobre os dias corridos e dias a correr. É claro que fazer votos apenas não é suficiente, mas é um passo importante; fazer votos não gera mudanças, mas pode gerar atitudes e decisões que produzem mudanças. Fazer votos não adianta se não há intenção de os cumprir.
Mitos 5 -- Não tenho nada para agradecer por este ano.
Para muitos, este é um ano para ser esquecido. Mesmo estes sabem que têm motivos para agradecer. Mesmo as colunas de bênçãos e maldições estejam em desequilíbrio, há algumas linhas nas bênçãos. Além do mais: aos olhos do longo prazo, quem garante que as maldições são mesmo maldições?
Mito 6 -- Se eu for grato pelo ano que passou, Deus me concederá mais no próximo.
A lógica do mérito é uma desgraça. A tentação do balcão é uma tragédia. Devemos agradecer a Deus, não para receber mais. Já não recebemos? Se agradecemos de olho no que queremos receber, de fato agradecemos ou propusemos um negócio?
***
Consideremos agora algumas verdades, próprias para a reflexão nesta virada de ano
Verdade 1 -- Devo ser grato pelo ano que passou.
O ano que passou foi uma dádiva de Deus para mim. Estou vivo, o que não é pouco, embora o esqueça. Quando olho para janeiro passado, noto que não realizei todas as coisas, mas realizei algumas. Posso não ter tido a saúde que gostaria, mas chegou até aqui. Parte do que não realizei devo-a a mim mesmo, logo não posso me queixar.
Verdade 2 -- Devo fazer compromissos para o próximo ano.
Apesar de nossas falhas em os cumprir, compromissos diante de nós são como os mapas do caminho. Precisamos te-los para chegar onde queremos.
Não devo fazer muitos compromissos. Não devo firmar compromissos vagos (do tipo "vou ser uma pessoa melhor no ano que vem"). Não me comprometer com o que os outros se comprometem mas com o que Deus toca no meu coração para me comprometer. Não deve anunciar compromissos que envolvam os outros, mas os que dependem de mim (não posso fazer dívidas para outros pagarem).
Verdade 3 -- Devo saber como estou.
Quando os projetos me envolvem, devo saber como estou. Devo começar com uma autoanálise, bem na linha do corajoso salmo 139. Não adianta me enganar a mim mesmo, embora saiba o quanto enganoso é o meu coração. Preciso fazer um balanço espiritual, emocional e profissional. Meus devem ficar em pé em cima da rocha da realidade.
Verdade 4 -- Devo desejar onde quero estar no final do próximo ano.
Depois de me olhar no espelho, devo imaginar como quero estar no final do próximo ano.
Se estou satisfeito com o que alcancei, não há muito fazer. Se posso ser melhor, há muito a ser. Há mais para cada um de nós, em todas as áreas. No meio do deserto uma sarça arde; é para lá que eu vou.
Verdade 5 -- Devo pensar meus próximos cinco anos.
É pouco pensar apenas no próximo ano. Doze meses passam muito rápido.
Preciso pensar nos meus próximos cinco anos. Como quero que esteja a minha vida em 2015?
Talvez alguém diga: "não sei se estarei vivo lá". E esse lá pode ser "2015" ou daqui a pouco. Essa incerteza deve gerar a certeza de pensar no futuro.
Pensar os próximos cinco anos é um projeto que vale a pena gastar tempo e oração, para que seja escrito e vivido na parceria com Deus.
ISRAEL BELO DE AZEVEDO

domingo, 25 de dezembro de 2011

Por que celebramos o Natal?

        O nascimento de Jesus não foi um evento trivial da história. Foi a entrada triunfante de Deus, carne, osso, e sangue, na vivência de suas criaturas.
          A celebração da vinda do nosso Senhor Jesus Cristo, há quase dois mil anos, tem sido tristemente transformada num truque para o enriquecimento do mundo dos negócios. O maravilhoso objetivo do Natal, suas implicações eternas, o mistério da encarnação, são ignorados.
          O Natal, para a maioria das pessoas, nada mais é que um feriado pagão, dedicado a saciar os apetites carnais, desprovido de qualquer significado espiritual. E essa é a característica de uma geração falida tanto do ponto de vista moral quanto espiritual. O fato de não ter sido encontrado lugar para acolher Maria e Jesus na hospedaria em Belém é repetido a cada ano no mundo de hoje, tornando profética a fria acolhida ao menino-Deus.
        
Porém, seu nascimento em uma pequena estrebaria também profetizou as boas-vindas que milhões de pessoas lhe dispensaram e ainda hoje o fazem, com corações humildes, receptivos e gratos.
      Naquele primeiro Natal não houve 'show', orquestra e nem fogos para apresentar o Salvador de nossas almas. Uma simples 'estrela guia', uns poucos magos, visionários e alguns pastores que receberam do céu o anúncio da chegada do Messias, estavam ali. Por certo, naquela noite houve outros que reconheceram o bebê como o redentor há muito prometido, assim como hoje há pessoas que compreendem o significado sobrenatural do Natal.
        Imagine a complacência desdenhosa daqueles que haviam segurado sua reserva para aquela noite na lotada hospedaria! Todas suas necessidades e desejos foram satisfeitos mas, pobres ignorantes, desconheciam que o Criador do Universo repousava a poucos metros de onde estavam, dormindo incógnito da maioria, deitado numa despojada manjedoura. Eles estavam abrigados, alimentados e se entretiam enfastiados enquanto no campo, pastores ouviam hostes celestiais entoando louvores a Deus, alegrando-se com a chegada do Rei dos reis.
         Não há qualquer complacência ou temor nesta sociedade sofisticada de final de século vinte. Jesus Cristo continua a revelar-Se aos pobres e humildes de coração, rejeitando os orgulhosos e arrogantes.
      O real significado do Natal não pode ser entendido até que Jesus receba um lugar prioritário em nossos corações e em nossas vidas. Quando o mistério da vinda de Cristo a este mundo rompe a escuridão provocada pelo engano do inferno e se revela à alma humana, ela compreende que o Natal não é apenas um feriado, mas sim um dia sagrado.
     O Natal não pode ser plenamente entendido se não for à luz de uma cruz erguida num calvário de sofrimento trinta e três anos depois ou na alegria imensurável e incontrolável dos discípulos à beira de um túmulo vazio, ou na visão destes apóstolos que tiveram o privilégio de assistir a gloriosa ascensão de Cristo.
       
Falando sobre este evento indescritivelmente fantástico, Paulo afirma: 'Vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher ...' (Gl 4.4). Portanto, para aqueles que conhecem a Jesus Cristo pessoalmente, essa celebração traz grande e grata felicidade, enquanto que para outros, a única alegria é o êxtase de uma festa que termina em vinte e quatro horas.
     Infelizmente, a igreja pode contribuir para distorcer o verdadeiro significado do Natal, aumentando a fome espiritual das pessoas que tateiam pela vida tentando fugir da escuridão na qual Satanás enclausurou seus corações.
         Nestes nossos tempos incertos e inseguros, o futuro amedronta, pois a futilidade em que o mundo está mergulhado não proporciona qualquer esperança. É o momento para aqueles que carregam o nome de Jesus anunciarem o real significado do Natal para acordarem da inércia e improdutividade do pecado a tantos seres humanos que não sabem o que é realmente viver.
       O nascimento de Jesus não foi um evento trivial da história. Foi a entrada triunfante de Deus, carne, osso e sangue, na vivência de suas criaturas - Emanuel (que significa Deus conosco). É por causa desta vinda divina ao mundo que o relacionamento do homem com Deus é restaurado.
        É uma tragédia, o fato de milhões de pessoas comemorarem o nascimento do Filho de Deus, sem conhecerem o próprio Aniversariante!
      
Que oportunidade temos para testemunhar! Devemos aproveitar e falar do verdadeiro Natal através de uma palavra, de um sorriso amigável, de um ato de compaixão, de uma mão estendida, de um coração coberto de amor por alguém que esteja próximo a nós. Neste Natal, não deixe de compartilhar a verdadeira razão de nossa Celebração!
Jaime Kemp
Fonte: Revista Lar Cristão n°47 


quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Sonhos

         Recebi por e-mail de minha Mestra e amiga Nelita Silva e compartilho aqui com vocês. Desconheço a autoria.