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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

EDUCAÇÃO: 1959 X 2013

       O Problema é a falta do que fazer? Ou os Psiquiatras e Psicólogos junto com a mídia estão montando um complô brasileiro pra aumentar a clientela?

A EDUCAÇÃO DE 1959 X A EDUCAÇÃO DE 2013
Cenário 1: João não fica quieto na sala de aula. Interrompe e perturba os colegas.
1959
É mandado à sala da diretoria, fica parado esperando 1 hora, vem o diretor, lhe dá uma bronca descomunal e volta tranqüilo à classe.
2013
É mandado ao departamento de psiquiatria, o diagnosticam como hiperativo, com transtornos de ansiedade e déficit de atenção em ADD, o psiquiatra  lhe receita  Rivotril. Se transforma num zumbi. Os pais reivindicam uma subvenção por ter um filho incapaz.

Cenário 2: Luis quebra o farol de um carro no seu bairro.
1959
Seu pai tira a cinta e lhe aplica umas sonoras bordoadas no traseiro. À Luis nem lhe passa pela cabeça fazer outra nova "cagada". Cresce normalmente, vai à universidade e se transforma num profissional de sucesso.
2013
Prendem o pai de Luis por maus tratos. O condenam à 5 anos de reclusão e, por 15 anos deve abster- se de ver seu  filho.   Sem o guia de uma  figura paterna, Luis se volta para as drogas, delinqüe e fica preso num presídio especial para adolescentes.

Cenário 3: José cai enquanto corria no pátio do colégio, machuca o joelho. Sua professora Maria,  o encontra chorando e o abraça para confortá-lo...
1959
Rapidamente, João se sente melhor e continua brincando.
2013
A professora Maria é acusada de abuso sexual, condenada à três anos de reclusão. José passa cinco anos de terapia em terapia. Seus pais processam o colégio por negligência e a professora por danos psicológicos, ganhando os dois juízos. Maria renuncia à docência, entra em aguda depressão e se suicida.

Cenário 4: Disciplina escolar
1959
Fazíamos bagunça na classe e o professor nos dava uma boa bronca e/ou  encaminhava para a direção. Chegando em casa, nosso velho nos castigava sem piedade.
2013
Fazemos bagunça na classe. O professor nos pede desculpas por repreender-nos e fica com a culpa por fazê-lo . Nosso velho vai até o colégio se queixar do docente e para consolá-lo compra uma moto para o filhinho.

Cenário 5: Horário de Verão.
1959
Chega o dia de mudança de horário de inverno para horário de verão. Não acontece nada.
2013
Chega o dia de mudança de horário de inverno para horário de verão. A gente sofre transtornos de sono, depressão, falta de apetite e nas mulheres, aparece celulite.

Cenário 6: Fim das férias.
1959
Depois de passar férias com toda a família enfiada num Gordini, após 15 dias de sol na praia, hora de voltar. No dia seguinte se trabalha e tudo bem.
2013
Depois de voltar de Cancún, numa viajem 'all inclusive', terminam as férias e a gente sofre da síndrome do abandono, pânico e etc.

“ Ser Professor é um privilégio.  Ser Professor é semear em terreno fértil sempre e se encantar com a colheita. Ser Professor é ser condutor de almas e de sonhos, é lapidar diamantes” . 
Gabriel Chalita

segunda-feira, 18 de março de 2013

Não importa que dê errado


As coisas certas deviam dar errado.

É certo, porque a Bíblia o diz, que a salvação não se perde, uma vez que é um dom irrenunciável de Deus para nós por meio da graça. No entanto, pode dar errado: os salvos podem descansar do prêmio recebido e relaxar e não viver uma vida digna do evangelho, com frutos de justiça.
É certo, porque a Bíblia o ensina, que não se deve dar o dizimo para ser abençoado, porque a motivação correta é entregá-lo. No entanto, pode dar errado, indicando que é melhor deixar que as pessoas pensem que as bênçãos  de Deus são enviadas como retribuição à fidelidade humana.
É certo, porque a Bíblia é clara a respeito, que a graça de Deus é um presente que não se merece. No entanto, como estamos cercados pela cultura do mérito, pode dar errado e é melhor não negar a ideia do mérito.
É certo, porque a Bíblia assim orienta, que o pastor de uma igreja tem o dever de cuidar dos seus participantes, mas não tem o poder de vigiar suas vidas, de controlar seus passos, de determinar suas decisões ou de invadir suas privacidades. No entanto, pode dar errado e muitos poderão se deixar levar pelos maus costumes dos outros.
Penso nisto quando leio teologias, nos livros e nos corredores das igrejas, que transformam os saborosos dons de Deus em algemas. Não podemos afirmar que a salvação não se perde só por medo de perder alguns, que se perdem com a promessa da perseverança da sua salvação.
Penso nisto todos os domingos quando vejo as inspiradoras filas formadas pelos irmãos e irmãs que, motivados tão somente pelo amor a Deus, entregam-lhe seus dízimos durante os cultos.
Penso nisto quando ouço sobre a necessidade de cada um de nós fazer sacrifícios para Deus como prova de nossa fé e como condição para a prosperidade.
Penso nisto quando sei de lugares em que, ao final dos cultos, se fazem filas para se consultar o pastor (ou profeta ou oráculo) sobre a decisão que a segunda-feira espera sobre emprego, namoro ou qualquer outro assunto vital. 
Se é certo porque a Bíblia diz que é certo, não devemos ter medo de que vai dar errado. Não temos outro caminho se não deixar que a Bíblia nos conduza, mesmo que, funcionando a ambição humana, haja o risco de dar errado.
Se der errado o que a Bíblia diz que é certo, ainda assim será melhor ficar com a Bíblia.
Minha oração é que Deus nos ajude a seguir o Livro que ele nos legou, mesmo que sua orientação tenha tudo para não funcionar.
A Bíblia sempre funciona. É palavra de Deus, que sempre se realiza.
ISRAEL BELO DE AZEVEDO

Fonte: www.prazerdapalavra.com.br

segunda-feira, 4 de março de 2013

Felizes os que choram



Jesus, como se cantasse, disse que os que choram são felizes.
Jesus pisou o pó do paradoxo, de que a vida é cheia.
É como se Jesus se lembrasse das mulheres que perderam seus maridos. Elas choram muito e durante muito tempo. Os homens choram menos. Alguns até se casam logo. Eles são diferentes em seus sofrimentos. Por isto, eu me concentro nas mulheres que perdem seus queridos. Oro por elas.
É como se Jesus se recordasse dos homens que se envolvem com o sofrimento do outro e choram com o outro. Um dia desses, por aqui, enquanto uma mãe procurava desesperada por sua filha, um rapaz a viu nos braços de um homem num bar. Ele reconheceu a criança, agarrou o adulto  e salvou a menina, ao chamar a polícia. Arriscou-se, mas não foi indiferente.
É como se Jesus tivesse em mente aquele jovem -- tão jovem que não imaginamos que não pode sofrer doenças que esperamos para a velhice -- que sofre porque o aguarda um tratamento longo e doloroso.
É como se Jesus também chorasse com aqueles que não suportam a injustiça ou com aqueles que, sob uma carga emocional maior que podem manejar. caem em prantos.
É como se Jesus celebrasse as lágrimas de alegria dos vitoriosos. 
Os que choram de luto são felizes porque suas lágrimas são de amor, não de ódio. Deus pode não ter evitado a morte da pessoa querida, mas recebe e recolhe as lágrimas de quem a ama.
Os que choram de tristeza pelo sofrimento do outro são felizes porque suas lágrimas são de envolvimento, não de indiferença. Deus usa os que se envolvem com a dor do outro para minorá-la.
Os que choram de preocupação com um diagnóstico devastador no seu corpo ou no corpo de uma pessoa querida são felizes porque sabem que nem a morte, se acontecer, terá a palavra final, incapaz que é de apagar o amor de Deus.
Os que choram de indignação diante da injustiça cometida com um próximo são felizes porque estão em boa companhia, porque Deus chora com os que choram.
Os que choram em virtude de uma pressão permanente ou momentânea, por causa de sua instabilidade emocional, são felizes porque são alvos da compaixão de Deus.
Os que choram de alegria por vitórias próprias ou de outros são felizes porque suas lágrimas celebram vitórias, reconhecidas como dádivas (vindas da graça de Deus) e conquistas (do esforço próprio), nesta ordem.
(Da série "Aprendendo a ser feliz, com Jesus", 2/8)

ISRAEL BELO DE AZEVEDO

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Amizades


     Amizades são uma parte importante da nossa vida. Desde a criação do primeiro casal, Deus mostrou a necessidade do companheirismo na vida humana. Em famílias, igrejas e comunidades criamos laços de amizade. Precisamos compartilhar a vida com outras pessoas.
      Na Bíblia, Deus nos orienta sobre amizades. Ele fala do valor dos bons amigos e adverte-nos sobre os perigos dos companheiros errados. Ele oferece instrução e apresenta exemplos que nos ensinam. Estas orientações valem para os jovens que ainda estão escolhendo o seu rumo, e também ajudam os adultos no seu caminho pela vida.
      Instruções sobre amizades - As Escrituras nos orientam sobre a escolha e o tratamento dos nossos amigos. Amigos têm muita influência em nossas vidas: "O justo serve de guia para o seu companheiro, mas o caminho dos perversos os faz errar" (Provérbios 12:26). Por este motivo, a escolha de companheiros é um assunto de grande importância: "Quem anda com os sábios será sábio, mas o companheiro dos insensatos se tornará mau" (Provérbios 13:20). No final de contas, nossas escolhas não envolvem apenas pessoas, mas decidem a nossa direção na vida e na eternidade. Tiago frisou bem este fato quando perguntou: "Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus" (Tiago 4:4). O mesmo livro fala de um homem de grande fé que rejeitou os caminhos errados de outros homens e mostrou a sua lealdade ao Senhor. O resultado desta escolha de Abraão? "Foi chamado amigo de Deus" (Tiago 2:23). Devemos escolher bons amigos que nos ajudarão, especialmente em termos espirituais.
      É fácil escolher mal. Muitas pessoas que não amam a Deus e não respeitam a palavra dele nos oferecem a sua amizade. Às vezes, podemos influenciar tais pessoas pela nossa fé e o exemplo de uma vida reta. O próprio Jesus fez questão de ter contato com pecadores, oferecendo-lhes a palavra eterna da salvação (Lucas 15:1; Mateus 9:10-13). O perigo vem quando não confessamos a nossa fé no meio de uma geração perversa (Marcos 8:38). Ao invés de conduzir outros a Cristo, deixamos as más influências nos corromperem.
     Algumas pessoas querem nos induzir a pecar contra Deus. "Filho meu, se os pecadores querem seduzir-te, não o consintas. Se disserem: Vem conosco, embosquemo-nos para derramar sangue, espreitemos, ainda que sem motivo, os inocentes; traguemo-los vivos, como o abismo, e inteiros, como os que descem à cova; acharemos toda sorte de bens preciosos, encheremos de despojos a nossa casa; lança a tua sorte entre nós; teremos uma só bolsa. Filho meu, não te ponhas a caminho com eles; guarda das suas veredas os pés; porque os seus pés correm para o mal e se apressam a derramar sangue" (Provérbios 1:10-16).
       Infelizmente, observamos a mesma tragédia espiritual na vida de muitas pessoas hoje. Quantos jovens são induzidos a usar drogas, ou até de se tornar traficantes, pela influência de "amigos"? Quantos se integram a gangues e acabam cometendo vários tipos de crime?
      Algumas amizades precisam ser totalmente evitadas:"Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores" (Salmo 1:1). Quando outros querem nos conduzir ao erro, precisamos sair correndo: "Foge da presença do homem insensato, porque nele não divisarás lábios de conhecimento. A sabedoria do prudente é entender o seu próprio caminho, mas a estultícia dos insensatos é enganadora. Os loucos zombam do pecado, mas entre os retos há boa vontade" (Provérbios 14:7-9).
        Alguns dos amigos mais perigosos são aqueles que sempre concordam conosco, apoiando-nos mesmo nas coisas erradas. "Melhor é ouvir a repreensão do sábio do que ouvir a canção do insensato" (Eclesiastes 7:5).
       O amigo verdadeiro nos corrige, e a pessoa sábia procura ter amigos com coragem e convicção para a repreender quando for necessário. Por outro lado, o insensato evita pessoas que corrigem e criticam, procurando aprovação acima de sabedoria. "O escarnecedor não ama àquele que o repreende, nem se chegará para os sábios... O coração sábio procura o conhecimento, mas a boca dos insensatos se apascenta de estultícia" (Provérbios 15:12,14). Ninguém gosta de ser corrigido, mas todos nós precisamos de amigos que nos amam tanto que mostram os nossos erros: "Melhor é a repreensão franca do que o amor encoberto. Leais são as feridas feitas pelo que ama, porém os beijos de quem odeia são enganosos" (Provérbios 27:5-6).
      Paulo mostrou aos coríntios que, mesmo entre pessoas religiosas, é necessário evitar influências negativas: "Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes" (1 Coríntios 15:33). No caso dos coríntios, alguns irmãos estavam espalhando doutrinas falsas, negando a ressurreição dos mortos. O fato de alguém participar de uma igreja ou se dizer cristão não é garantia de uma amizade saudável e edificante. Alguns aproveitam a amizade para induzir outros a aceitar doutrinas e religiões falsas. Moisés avisou sobre parentes e amigos que incentivam os servos de Deus a servir outros deuses e mandou que não concordassem, nem ouvissem, nem olhassem com piedade para aqueles falsos professores (Deuteronômio 13:6-8). Temos que julgar a árvore pelos frutos (Mateus 7:15-20), retendo o que é bom e nos abstendo de toda forma de mal (1 Tessalonicenses 5:21-22).
       Uma vez que escolhemos bons amigos, devemos ser bons amigos! As Escrituras nos aconselham sobre as responsabilidades de companheiros fiéis. Amigos contam com a presença uns dos outros: "Mais vale o vizinho perto do que o irmão longe" (Provérbios 27:10). "O olhar de amigo alegra ao coração; as boas-novas fortalecem até os ossos" (Provérbios 15:30). Por outro lado, não devemos abusar da amizade, causando aborrecimentos: "Não sejas freqüente na casa do teu próximo, para que não se enfade de ti e te aborreça" (Provérbios 25:17). Não devemos abandonar nem trair os nossos amigos (Provérbios 27:10). Amigos verdadeiros não são interesseiros, mas aqueles companheiros fiéis que ficam nos bons tempos e nos maus: "Em todo tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão" (Provérbios 17:17). A amizade verdadeira traz benefícios mútuos: "Como o ferro com o ferro se afia, assim, o homem, ao seu amigo" (Provérbios 27:17).
      As orientações bíblicas são valiosas para nos guiar em fazer e manter boas amizades.
      Exemplos de amizades boas e más - Deus nos ensina, também, por exemplos. Três gerações da mesma família servem como exemplos de amizades boas e más. Considere estes casos:
Davi e Jônatas. Talvez a mais conhecida amizade na história seja a de Davi com Jônatas, filho do rei Saul. O ciumento rei tentou matar o jovem Davi, escolhido por Deus como seu sucessor. Pelo mesmo motivo, Jônatas poderia ter olhado para Davi com inveja ou ódio. Se Deus não tivesse nomeado Davi, o próprio Jônatas seria rei depois da morte de Saul. Mas Jônatas não mostrou tais atitudes. Ele manteve uma amizade especial com Davi durante toda a sua vida. Quando Saul tentou matar Davi, foi Jônatas quem protegeu o seu amigo (1 Samuel 20). Davi lamentou amargamente a morte deste amigo excepcional (2 Samuel 1:17-27). Mesmo depois da morte de Jônatas, Davi mostrou bondade para com seu filho aleijado, Mefibosete (2 Samuel 9).
Amnon e Jonadabe. Amnon, um dos filhos de Davi, não escolheu seus amigos como o fez o seu pai. Ao invés de cultivar amizades boas e saudáveis, ele escolheu como companheiro seu primo Jonadabe (2 Samuel 13:3). Quando Amnon falou com este amigo sobre os seus desejos errados pela própria irmã, Jonadabe teve uma oportunidade excelente para corrigir e ajudar o seu primo. Infelizmente, ele fez ao contrário. Ele "ajudou" Amnon a descobrir uma maneira de estuprar a própria irmã! Além de levar Amnon a humilhar e odiar a moça inocente e a magoar profundamente o seu pai (2 Samuel 13:4-21), o conselho de Jonadabe levou, afinal, à morte do próprio Amnon (2 Samuel 13:22-36). Jonadabe até teve coragem de tentar confortar Davi depois da morte de Amnon! Que amigo!
Roboão e seus colegas. Roboão, neto de Davi, se tornou rei depois da morte de Salomão. No início do seu reinado, ele procurou conselho de várias pessoas antes de tomar uma decisão importantíssima. Ele valorizou a amizade com seus colegas acima da sabedoria dos homens mais velhos e experientes (1 Reis 12:7-11). A "ajuda" destes amigos contribuiu para a divisão do reino e diminuiu muito a influência de Roboão. Nossos amigos podem falar coisas que nos agradam, mas devemos dar ouvidos à sabedoria de pessoas mais sábias!
      O que aprendemos? De tudo que a Bíblia fala sobre amizades, devemos aproveitar algumas lições importantes. Entre elas:
1 - Escolher cuidadosamente os nossos amigos, evitando amizades que nos levariam ao pecado.
2 - Valorizar amigos que nos corrigem quando erramos.
3 - Cortar amizades que prejudicam a nossa vida espiritual, especialmente quando os "amigos" incentivam o pecado e participação em religiões falsas.
4 - Ser amigos fiéis e de confiança, especialmente nos momentos difíceis quando os amigos mais precisam de nós.
5 - Sempre manter nossa relação com Deus acima de qualquer amizade humana, confessando a nossa fé no meio de uma geração perversa.
      Quando se trata de amizade, devemos valorizar qualidade, e não quantidade: "O homem que tem muitos amigos sai perdendo, mas há amigo mais chegado do que um irmão" (Provérbios 18:24).
Dennis Allan

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Entre o Ego e a Alma

 
    Enquanto pensamos que a morte é o que mais separa as pessoas, o EGO desde sempre, vem fazendo esse “serviço” muito mais do que ela. Não há nada que vença o EGO em termos de separações! E como é que ele age?

- No casamento e nas relações amorosas: em nome da “incompatibilidade de gênios”, homens e mulheres se separam, sem darem chance à flexibilidade que faria com que ambos – de comum acordo – cedessem um pouco. Não! Para o EGO não tem acordo quando se trata de ceder. Seria “rebaixar-se! Ele só entende assim.
- Nas amizades: uma atitude ou palavra mal colocada são, muitas vezes, suficientes para que amigos se separem, deixando cair no esquecimento as tantas coisas boas que fizeram brotar uma tão valiosa amizade. Não! O EGO não admite erros nem pedidos de perdão. Seria abrir mão da punição! Ele só entende assim.
- Nas famílias: tantos pais, irmãos e filhos se separam, só pela necessidade de impor suas vontades, de ver “quem manda aqui”, quem ganha a condição de dono da última palavra. Na maioria dos casos, numa reunião familiar, e com um pouco de humildade todos saberiam até onde ir e quando parar. Não! O EGO quer deter o poder sobre tudo e sobre todos. Limites seriam um caso de obediência! Ele só entende assim.
- Nas carreiras: pessoas escolhem seguir a mesma carreira ou carreiras diferentes, e muitas dessas pessoas gastam a melhor parte da sua vida competindo, vigiando, farejando os passos das outras, dada a precisão de ser “a melhor”. A consciência de que “o sol nasce para todos” faria isso parar. Não! O EGO quer ganhar sempre, custe o que custar. Aceitar vitórias alheias seria fracassar! Ele só entende assim.
     Em toda situação conflitiva que determina separações o EGO se faz presente e sempre quer ganhar. É nos carros, em brincadeiras desnecessárias; é no trabalho, em críticas contra colegas; é nas escolas, em exibições de notas; é nas guerras, onde ganhar é questão de vida ou morte; é na vizinhança, em encrencas vulgares, e assim por diante… Infinitamente…
   Pense em algo similar, não citado aqui, e você notará que nele também está a ditadura do EGO. Basta que o caso lembrado seja capaz de separar pessoas.
   Não! Não é a morte o que mais promove essas apartações! É o EGO, o filho predileto do orgulho! Sua ALMA e seu EGO ocupam o mesmo “castelo”. Deixe que sua ALMA seja a rainha vitalícia do lugar! Ela é aquela parte sua que deseja Paz e Reconciliações. O EGO é o mal dentro de você. Dê-lhe um “cala-boca” bem dado! Assim – e só assim – a Vida lhe abrirá as portas da verdadeira e perene Felicidade.

domingo, 18 de março de 2012

A Inveja é uma confissão de inferioridade!!

   O ministério da sensatez adverte. Inveja faz mal pra quem sente! Novidade? Não! Mas tem gente que não aprende mesmo. Qual a vantagem em desejar mal ao outro? Em sofrer ao ver o outro bem? Vantagem não tem, mas este sentimento maldito que corroe silenciosamente que nem a hepatite B deixa estrago principalmente em quem não consegue expulsá-lo da vida. 
   A inveja tem sintomas? O que sente o invejoso? Tem dores? Vejamos o que nos diz Provérbios 14.30 – “O ânimo sereno é a vida do corpo, mas a inveja é a podridão dos ossos”. Ossos podres? Notemos o contraste entre o invejoso e o que não sente inveja alguma: o não invejoso tem o coração e a mente tranqüila; é sadio, é equilibrado, é satisfeito, enquanto isto o invejoso tem a mente e o coração deteriorado e corrompido, e a inveja lhe faz tanto mal que ele se sente apodrecendo, deteriorando, putrefato, e tudo beirando a insanidade.

   A inveja significa um misto de desgosto e ódio provocado pela prosperidade e pelo bem ou felicidade dos outros. Para que alguém fique desgostoso é preciso um motivo muitíssimo forte. Que tal a inveja? Se nos reportarmos ao caso de José e seus irmãos, vamos ver que a simples presença de José num ambiente comum a todos eles era motivo mais que suficiente para que houvesse a irritação e o desgosto deles.

   Ossos podres. Para que um osso, que é o componente mais forte do corpo humano possa se corromper, é necessário que a pessoa morra e então os ossos se tornarão em pó. Mas ossos podres em vida? É possível isto? Sim, conforme nos atesta o texto lido em Provérbios 14.30. Tal como um poderoso ácido, a inveja torna os ossos podres. Isto nos remete a uma outra situação. Conversem com quem já quebrou alguma parte do corpo, ou mesmo fissurou algum osso. A dor é lancinante e insuportável. Até que se conserte a parte lesionada a dor permanecerá. Dizem também que muitas vezes, mesmo depois de “consertada” a fratura, a dor permanecerá por um tempo ainda.

    A dor que o invejoso sente é subjetiva e ao mesmo tempo real. A sua dor se originará num caráter fraco e falho e se estenderá desde o seu fio de cabelo até a ponta do pé, a sua dor será cada vez maior, e contaminará tudo a sua volta. A convivência com ele será insuportável. 
               Janaína Soares
Fonte: http://jana-evangelismo.blogspot.com

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Pra qual lado você anda olhando?

   O nosso olhar não possui apenas direção, mas, sobretudo, conteúdo. O gesto de erguer a cabeça e olhar para o alto nos ensina a olhar para além das circunstâncias, para além das contingências. Levantar a cabeça é uma atitude da alma, pois esta atitude nos permite a percepção do novo, das alternativas, de novos caminhos, de novos sonhos. Começamos a descobrir novos horizontes, são as possibilidades que vão surgindo trazendo esperança e alegria para nossos corações.
   O primeiro olhar a ser desenvolvido em nossas vidas é olhar para trás, não no sentido de uma letargia existencial, mas numa atitude gratidão a Deus por cada momento vivido em suas vidas, as experiências compartilhadas, os momentos difíceis e duros, as alegrias, as tristezas, as horas em tudo parecia perdido, as vitorias que Deus concedeu. Tenho certeza que tudo isso trouxe uma significativa contribuição de amadurecimento e crescimento espiritual e emocional. Olhar para trás e afirmar com a alma cheia de alegria e gratidão: valeu a pena! 
   O segundo olhar que quero compartilhar é olhar para o alto, e saber que existe um Deus acima de nossas vidas. Todo avanço tecnológico e científico de nosso mundo moderno não foram capazes de bani-Lo. A filosofia, a ciência e todo conhecimento do mundo não conseguem tirá-Lo de sua posição de Criador e sustentador do Universo. A cada nascer do sol, Ele está lá! A cada anoitecer, Ele esta lá! A cada vitória e a cada derrota, Ele esta lá. Na Sua onisciência, na Sua Onipresença, com toda a sua Onipotência. O homem acreditando ou não, Ele está lá! Ele esta aqui! 
  Nada é tão efêmero e tão fugaz quanto a vida humana, mas nada é tão lindo quanto ela. Sempre haverá momento de rajadas, de ventos fortes, de temporais no caminho. Vocês, hoje, iniciam uma nova caminhada. É a jornada em direção ao sucesso profissional, é a busca pela conquista do território profissional, e, sem dúvida, vão precisar aprender a olhar para o alto. 
  Olhar para o alto é descobrir novas possibilidades, criar novas pontes de realizações, sim, pois o Senhor é um Deus de milagres e realizações, para Ele não existe idade para a realização de algo sobrenatural. 
  O terceiro e último olhar é olhar para frente. Olhar para frente, além de significar que eu estou disposto a continuar, a lutar, a crescer, também significa que eu estou aberto para que Deus realize algo em mim e através de mim. 
  Olhar para frente significa que a sua vida está disposta a superar os obstáculos a ser útil para Deus e para sociedade, é crer que os que esperam no Senhor renovam as suas forças e sobem como águias e descobrem novos horizontes e sabem que além das montanhas, há um lugar lindo para viver e conquistar! 
  Que sua visão esteja pautada nestas três dimensões: olhar para trás e ver o que Deus já fez, olhar para o alto e esperar em Deus e olhar para frente, crendo no que Deus irá fazer! 

Fonte:  http://kedsonni.blogspot.com

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Histórias que aquecem a alma

     O autor e conferencista Leo Buscaglia certa ocasião falou de um concurso em que tinha sido convidado como jurado. O objetivo era escolher a criança mais cuidadosa.
Eis alguns dos vencedores:
1. Um garoto de 4 anos tinha um vizinho idoso ao lado, cuja esposa havia falecido recentemente. Ao vê-lo chorar, o menino foi para o quintal dele, e simplesmente sentou-se em seu colo. Quando a mãe perguntou a ele o que havia ditoao velhinho, ele respondeu:
- Nada. Só o ajudei a chorar.
2. Os alunos da professora de primeira série Debbie Moon estavam examinando uma foto de família. Uma das crianças da foto tinha os cabelos de cor bem diferente dos demais. Alguém logo sugeriu que essa criança tivesse sido adotada. Logo uma menina falou:
- Sei tudo sobre adoção, porque eu fui adotada.
    Logo outro aluno perguntou-lhe:
- O que significa "ser adotado"?
- Significa - disse a menina - que você cresceu no coração de sua mãe,
e não na barriga!
3. Sempre que estou decepcionado com meu lugar na vida, eu paro e penso no pequeno Jamie Scott. Jamie estava disputando um papel na peça da escola. Sua mãe me disse que tinha procurado preparar seu coração, mas ela temia que ele não fosse escolhido. No dia em que os papéis foram escolhidos, eu fui com ela para buscá-lo na escola. Jamie correu para a mãe, com os olhos brilhando de orgulho e emoção:
- Adivinha o quê, mãe!
    E disse aquelas palavras que continuariam a ser uma lição para mim:
- Eu fui escolhido para bater palmas e espalhar a alegria!
4. Conta uma testemunha ocular de Nova York:
    Num frio dia de dezembro, alguns anos atrás, um rapazinho de cerca de 10 anos, descalço, estava em pé em frente a uma loja de sapatos, olhando a vitrina e tremendo de frio. Uma senhora se aproximou do rapaz e disse:
- Você está com pensamento tão profundo, olhando essa vitrine!
- Eu estava pedindo a Deus para me dar um par de sapatos - respondeu o garoto...
     A senhora tomou-o pela mão, entrou na loja e pediu ao atendente para dar meia dúzia de pares de meias para o menino. Ela também perguntou se poderia conseguir-lhe uma bacia com água e uma toalha. O balconista rapidamente atendeu-a e ela levou o garoto para a parte detrás da loja e, tirando as luvas, se ajoelhou e lavou seus pés pequenos e secou-os com a toalha.
     Nesse meio tempo, o empregado havia trazido as meias. Calçando-as nos pés do garoto, ela também comprou-lhe um par de sapatos. Ela amarrou os outros pares de meias e entregou-lhe. Deu um tapinha carinhoso em sua cabeça e disse:
- Sem dúvida, vai ser mais confortável agora.
     Como ela logo se virou para ir, o garoto segurou-lhe a mão, olhou seu rosto diretamente, com lágrimas nos olhos e perguntou:
- Você é a esposa de Deus?
Nelson Junior
Pastor e Idealizador do EEE

Meu Twitter: @NelsonJuniorEEE


Fonte:  http://euescolhiesperar.com