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sexta-feira, 29 de junho de 2012

SEMINÁRIO DE BATALHA ESPIRITUAL - NÍVEL 1


Proclamai isto entre as Nações: Santificai uma guerra! Suscitai os valentes! Cheguem-se, subam todos os homens de guerra. Forjai espadas das relhas de vossos arados, e lanças das vossas podadeiras. Diga o fraco. Eu sou forte.  Ajuntai-vos, e vinde, todos os povos em redor, e congregai-vos ali. Ó Senhor, faze descer os seus valentes” Joel 3:9-11
O QUE SERÁ MINISTRADO?
            Pautado no livro de Josué, vamos aprender princípios Bíblicos e como conquistar promessas de Deus, dentre estas a verdadeira autoridade espiritual. Há coisas que ganhamos com a conversão a Cristo: a salvação, a vida eterna, o perdão, um novo nome, etc. Mas há outras que precisam ser conquistadas. Josué foi chamado por Deus para conquistar uma promessa feita ao Seu povo, de uma Terra prometida! Era necessária fé! Porém, fé é conseqüência de confiança, e não confiamos em quem não conhecemos.
             Neste Seminário vamos seguir os passos de Josué para a Conquista! Vamos conhecer a Deus e a Suas estratégias para combatermos o bom combate da fé e sermos verdadeiramente mais do que vencedores em Cristo Jesus. Vamos também acrescentar o testemunho pessoal, mas em nada substituirá a Palavra de Deus! O Seminário terá respaldo bíblico, científico e arqueológico, a fim de oferecer melhor qualidade aos participantes; passaremos cerca de 150 imagens e entre 10 e 17 filmes de curta duração para ilustrar tudo o que será ministrado. A proposta deste encontro é reconstruir os muros de defesa da Igreja de Cristo, pois sem sistema de defesa em nada adianta partir para o ataque. Temos visto muitos Ministérios como um dia esteve Jerusalém – muros caídos, portas queimadas a fogo...! É tempo de reconstrução!De nossos muros, nossas vidas, nossos ministérios!
            Conhecer para guerrear é a chave da vitória, por outro lado à ausência de conhecimento pode nos levar a perecer, como destaca Os.4:6.
Explorando o território inimigo:
·         Quem é nosso adversário? Quais suas estratégias?
·         O preparo para  o governo do anticristo – Bio-Chip,
·         Controle de massas com implante de pensamentos, mensagens subliminares, influência nos jogos de computador, Magic, RPG, GTA, etc.
·         Preparo do sistema  econômico e político, ataque a Igreja de Cristo – principais estratégias – formas de recrutamento do Satanismo e seus bastidores (exposto sem dar sensacionalismo, o objetivo é denunciar o engano e não promove-lo), influência nas notas musicais, alteração genética, etc.

Construindo as bases da muralha:
·         O que é Santidade e como alcançá-la.
·         Expondo as feridas do Corpo de Cristo para que sejam curadas!
·         Conquista de cidades, ou conquista de lares?
·         Soldado sozinho não vence guerra. A importância das alianças na Batalha Espiritual.
·         Sendo células vivas do Corpo de Cristo.
·         As armas de ataque: unção com óleo, jejum, oração, o preço de ser um guerreiro!
·         Sendo um vaso de Honra nas Mãos de Deus! Restaurando feridas!

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Pessoas Tóxicas

   De fato estamos cercados de pessoas tóxicas.
  Pessoas que são egocêntricas, manipuladoras, interesseiras, arrogantes, rancorosas, amarguradas, mal amadas, invejosas ou fracassadas, que não conseguem ver o sucesso ou a felicidade alheia. Enfim, pessoas sombrias que minam os relacionamentos e amizades com intrigas, críticas excessivas, falta de consideração e respeito pelo outro e abusos verbais ou físicos. Pessoas muito perigosas de se conviver.
  Essas pessoas tóxicas acabam, de alguma forma, nos envenenando. Direta ou indiretamente, acabamos agindo por influência delas, seja com atitudes ou omissões. Muitas vezes acabamos agindo por impulso para evitar essas pessoas, ou, na pior das hipóteses, acabamos agindo da mesma forma. São pessoas nocivas, intoxicando nosso comportamento e nos levando a agir e a tomar decisões que, em outras circunstâncias poderiam ser completamente diferentes.
  São "tóxicas", porque conseguem despertar o que há de pior dentro de nós, não apenas no sentido de maldade ou crueldade, mas no sentido de perdermos a identidade, a autonomia, a energia, a iniciativa e o poder de decisão. Ficamos estagnados, hipnotizados, paralizados. São verdadeiros vampiros, sem Luz própria, que consomem nossa energia vital, que exploram e manipulam pessoas de acordo com os seus interesses e vivem às custas da energia dos outros para se sustentarem.
  Tóxicas são aquelas pessoas que sabem tudo a respeito da vida das outras pessoas, mas não conseguem administrar a própria vida. Sabem dar conselhos como ninguém (há até terapeutas nessa categoria!) tem um discurso lindíssimo para o mundo lá fora, mas que, na vida pessoal, nos bastidores, na vida íntima, são pessoas frustradas, isoladas, verdadeiras ilhas no meio da sociedade, que não tomam para si os próprios conselhos.
  Sabem olhar de fora, apontar defeitos, problemas, erros. Mas não sabem participar, não conseguem enxergar os próprios problemas ou defeitos. Apontam os erros alheios para, de certa forma, esconder os seus próprios. São os "sabe-tudo" e só a sua forma de pensar é que está certa. Não suportam ser contrariados e confrontados. Quando o são, perseguem a pessoa até "livrarem-se" dela ou então se vingam. Seu Ego é Superlativo para compensar a sua extrema falta de Amor-Próprio. Usam as pessoas conforme seus interesses e, quando estas discordam de suas idéias, são descartadas e eliminadas, sem a menor consideração.
  A "toxicidade" reside exatamente no fato de não nos darmos conta de que estamos sendo manipulados ou influenciados. Ficamos hipnotizados, fascinados, imersos numa imensa ilusão, até o dia em que despertamos e tomamos consciência de que estamos muito mal, morrendo por dentro, e que algo urgente necessita ser feito. Um corte para a nossa libertação, para resgatar a nossa sanidade, saúde, alegria de viver.
  Em nossa busca pela felicidade, por tudo aquilo que nos traz bem-estar e alegria, o grande segredo é não se deixar influenciar, se afastar e evitar a convivência com esses tipos. Isso não significa alimentar sentimentos negativos dentro de si com relação a eles, mas de preferência visualizá-los felizes e agradecidos em sua vida, emanando energias e vibrações positivas.
  Reflita, você convive intimamente com alguma pessoa tóxica, seja na família, no trabalho, ou nas "amizades"?
   Tenha cuidado, afaste-se, fique longe o quanto antes dessas pessoas...
   Cuide-se, preserve-se, seja você mesmo, seja pleno e feliz...
Fonte: abcimaginário.blogspot

domingo, 17 de junho de 2012

Adubo para o Talento

    Num dia desses, durante um ensaio de um grupo musical de gente grande, um garoto fazia o seu solo cheio de talento. Estava tendo a oportunidade de se expressar.
    Sua mãe o levou. Ela estava ali, vibrando com o menino, que durante todo o longo ensaio não arredou pé da sua posição, de onde faria a sua breve participação, talvez seu passo inicial para uma carreira artística. Assim seja.
  Quantos artistas, atletas, biólogos, professores, pastores, médicos, políticos, arquitetos, escritores poderiam existir, mas não o foram (ou não o são) por falta de oportunidades, materializadas por estímulos, cursos, estágios ou empregos!
   Perto dali, uma senhora pelos 70 anos conta, sem nenhuma amargura, a sua história num português perfeito que não aprendeu mas domina. Queria ter outra vida: ter estudado: ter feito faculdade: ter sido professora.
    Em outro lugar, milhares de quilômetros dali, dois jovens se reuniram para fazer o site da sua igreja. Pediram ajuda a um mestre no assunto. Um deles impressionou o professor, que alargou a conversa para ficar sabendo: o mais brilhante, que ensinou coisas ao mestre, não sabe pronunciar as palavras em inglês, próprias desse campo de saber (como "by", "template" ou "software"), e nem as em português, porque pouco frequentou os bancos escolares. Não tem computador, nem internet em casa. Vai na casa de um amigo para trabalharem no projeto durante a noite. No dia seguinte, bem cedo, pega no trabalho como pedreiro numa construção.
   É um gênio que talvez passe a sua vida assentando tijolos, tarefa nobre, mas aquém das suas possibilidades.
   Talvez você conheça um menino ou um jovem além da média.
   Dê-lhe a mão, para que seu talento não fique sepultado.
   Seja a oportunidade que ele precisa.
ISRAEL BELO DE AZEVEDO 
  
Fonte: www.prazerdapalavra.com.br

sexta-feira, 15 de junho de 2012

7 dicas para estudar Harmonia

     Alguns pontos são essenciais no estudo da harmonia:

1- Você precisa saber realmente o por quê de estudar harmonia e para que ela te servirá. Não pode ser um estudo cego, não pode ser somente uma predisposição para aprender uma " teoria". Você pode desanimar se não souber onde quer chegar.

A harmonia é essencial para que você entenda as relações existentes entre os acordes, intervalos e escalas. O conhecimento das relações harmônicas abre um leque de possibilidades para a composição, a interpretação consciente, enriquece consideravelmente o fazer musical, dá visão para o aperfeiçoamento de improvisos, bem como a composição de melodias, etc.

2- Aprenda a aprender - É necessário entender que tudo é um processo e que você não entenderá tudo da noite para o dia. Adquirir conhecimento exige um tempo para que os conceitos e relações fiquem claras e bem processadas em sua mente.

3- Vá por partes, não deixe dúvidas para trás, não seja afoito por aprender tudo muito rápido, isso é nadar contra uma corredeira e não dá bons resultados. Precisamos fazer muitos exercícios. É necessário um excelente livro de referência. Temos fartos materiais disponíveis na internet, além de ótimas referências bibliográficas, tais como o livro de harmonia do Ian Guest. (não estou fazendo merchant).

4- Se possível, tenha um professor competente para te acompanhar. Tem muitos professores que possuem um conhecimento muito bom e profundo mas não tem didática para ensinar.O professor precisa esclarecer suas dúvidas e te ajudar nesta caminhada.

5- Harmonia não é mera teoria, harmonia só é plena se for praticada. Faça muitas análises de músicas (segundo os conceitos harmônicos) começando por progressões e músicas pop simples e vá aprofundando suas análises. Recomendo os real books de jazz e os songbooks de bossa-nova. 

6- Faça reharmonizações- Usando tensões ou simplificando, usando dominantes secundários, extendidos, usando empréstimos modais, inversões, etc. Aplique tudo o que estudar em novas harmonizações. Você pode começar a harmonizar músicas como parabéns pra você ou cantigas infantis.

7- Mantenha-se firme diante dos desafios e dificuldades, depois de um tempo, tudo parecerá muito mais fácil.
            Ramon Chrystian A. Lima
              www.letrasonora.com.br

terça-feira, 12 de junho de 2012

A geração do "eu me acho"!

Por Camila Guimarães, Luiza Karam e Isabella Ayub, na Época
Os alunos do 3º ano de uma das melhores escolas de ensino médio dos Estados Unidos, a Wellesley High School, em Massachusetts, estavam reunidos, numa tarde ensolarada no mês passado, para o momento mais especial de sua vida escolar, a formatura. Com seus chapéus e becas coloridos e pais orgulhosos na plateia, todos se preparavam para ouvir o discurso do professor de inglês David McCullough Jr. Esperavam, como sempre nessas ocasiões, uma ode a seus feitos acadêmicos, esportivos e sociais. O que ouviram do professor, porém, pode ser resumido em quatro palavras: vocês não são especiais. Elas foram repetidas nove vezes em 13 minutos. “Ao contrário do que seus troféus de futebol e seus boletins sugerem, vocês não são especiais”, disse McCullough logo no começo. “Adultos ocupados mimam vocês, os beijam, os confortam, os ensinam, os treinam, os ouvem, os aconselham, os encorajam, os consolam e os encorajam de novo. (…) Assistimos a todos os seus jogos, seus recitais, suas feiras de ciências. Sorrimos quando vocês entram na sala e nos deliciamos a cada tweet seus. Mas não tenham a ideia errada de que vocês são especiais. Porque vocês não são.”
O que aconteceu nos dias seguintes deixou McCullough atônito. Ao chegar para trabalhar na segunda-feira, notou que havia o dobro da quantidade de e-mails que costumava receber em sua caixa postal. Paravam na rua para cumprimentá-lo. Seu telefone não parava de tocar. Dezenas de repórteres de jornais, revistas, TV e rádio queriam entrevistá-lo. Todos queriam saber mais sobre o professor que teve a coragem de esclarecer que seus alunos não eram o centro do universo. Sem querer, ele tocara num tema que a sociedade estava louca para discutir – mas não tinha coragem. Menos de uma semana depois, McCullough fez a primeira aparição na TV. Teve de explicar que não menosprezava seus jovens alunos, mas julgava necessário alertá-los. “Em 26 anos ensinando adolescentes, pude ver como eles crescem cercados por adultos que os tratam como preciosidades”, disse ele a ÉPOCA. “Mas, para se dar bem daqui para a frente, eles precisam saber que agora estão todos na mesma linha, que nenhum é mais importante que o outro.”
A reação ao discurso do professor McCullough pode parecer apenas mais um desses fenômenos de histeria americanos. Mas a verdade é que ele tocou numa questão que incomoda pais, educadores e empresas no mundo inteiro – a existência de adolescentes e jovens adultos que têm uma percepção totalmente irrealista de si mesmos e de seus talentos. Esses jovens cresceram ouvindo de seus pais e professores que tudo o que faziam era especial e desenvolveram uma autoestima tão exagerada que não conseguem lidar com as frustrações do mundo real. “Muitos pais modernos expressam amor por seus filhos tratando-os como se eles fossem da realeza”, afirma Keith Campbell, psicólogo da Universidade da Geórgia e coautor do livro Narcisism epidemic (Epidemia narcisista), de 2009, sem tradução para o português. “Eles precisam entender que seus filhos são especiais para eles, não para o resto do mundo.”
Em português, inglês ou chinês, esses filhos incensados desde o berço formam a turma do “eu me acho”. Porque se acham mesmo. Eles se acham os melhores alunos (se tiram uma nota ruim, é o professor que não os entende). Eles se acham os mais competentes no trabalho (se recebem críticas, é porque o chefe tem inveja do frescor de seu talento). Eles se acham merecedores de constantes elogios e rápido reconhecimento (se não são promovidos em pouco tempo, a empresa foi injusta em não reconhecer seu valor). Você conhece alguém assim em seu trabalho ou em sua turma de amigos? Boa parte deles, no Brasil e no resto do mundo, foi bem-educada, teve acesso aos melhores colégios, fala outras línguas e, claro, é ligada em tecnologia e competente em seu uso. São bons, é fato. Mas se acham mais do que ótimos.
Por Camila Guimarães, Luiza Karam e Isabella Ayub, na Época

Retirado de:
http://www.pavablog.com/2012/07/18/por-que-a-educacao-mo
Vi primeiro no abcimaginario.blogspot.

domingo, 10 de junho de 2012