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sábado, 14 de agosto de 2010

LIVRO: O MONGE E O EXECUTIVO

   Poucos líderes nunca ouviram falar do livro O Monge e o Executivo (Editora Sextante). Ele se tornou febre no mundo corporativo, está há 222 semanas no ranking dos livros mais vendidos da Revista Veja e já vendeu mais de 2 milhões de cópias no mundo.            
   No livro, o norte-americano James C. Hunter conta a história de um executivo que vai buscar soluções para seus dilemas profissionais e pessoais num mosteiro beneditino. Neste lugar ele ouve falar de um homem que não ocupou cargo algum, não fez faculdade e sequer pisou numa empresa: Jesus Cristo. O monge apresenta o Mestre como o exemplo maior de líder.
   No entanto, o que a maioria dos leitores dos livros de Hunter não sabe é que, o homem por trás do livro que introduziu o conceito de liderança servidora nas empresas é crente em Jesus Cristo há quase 30 anos. E foi sobre a sua experiência na fé que Hunter concedeu esta entrevista exclusiva para o nosso site.
Entrevista com James C. Hunter
Qual é a sua experiência pessoal com Cristo?
Hunter – Tenho sido um cristão sério e praticante nos últimos 28 anos. Fui batizado ainda criança, mas não levei minha fé a sério até ter 30 anos. A salvação fez sentido para mim em 1981. Atualmente, eu e minha família freqüentamos uma pequena igreja batista próxima de nossa casa.
Você já ocupou algum cargo de liderança na sua igreja local?
Hunter - Sim, já fui ancião e depois o presidente do conselho da igreja. Atualmente, sou professor do curso de Liderança e também do curso Construindo nossa Comunidade, ambos na igreja local.
Seria possível escrever um livro sobre liderança servidora sem ter experimentado o novo nascimento?
Hunter – Não! Minha fé é extremamente importante para mim e foi fundamental ao escrever livros sobre o tema.
Que tipo de retorno você tem recebido dos pastores e de outros líderes cristãos sobre seu livro?
Hunter – Os pastores e líderes cristãos que entram em contato têm apoiado e dado indicações de que amaram o livro. Mas, a maior surpresa foi que os líderes de organizações seculares foram aqueles que realmente se interessaram pelo livro. Eu gasto 98% do meu tempo ensinando o conceito de liderança servidora em empresas e somente 2% em organizações cristãs. Isto foi surpreendente! Muitas organizações cristãs acreditam que entendem e praticam o conceito de liderança servidora, embora minha experiência mostre o contrário... Na realidade, poucas organizações cristãs realmente entendem e praticam a liderança servidora.
Você acredita que os seus leitores não cristãos tem se interessado em conhecer mais sobre Jesus Cristo?
Hunter – Sim, eu realmente creio que os princípios de meus livros podem ajudar a criar uma abertura para Jesus. Eu não tenho nenhuma estatística para apoiar esta afirmação, mas meu instinto diz que o conceito de liderança servidora pode gerar mentes e corações abertos para ouvir o Evangelho de Jesus Cristo.
Qual foi o seu maior desejo ao escrever este livro?
Hunter - Apresentar os princípios de liderança servidora que podem mudar nossas vidas em um mundo perdido e falido.
Que conselho daria aos líderes cristãos em relação ao tema Liderança Servidora em suas igrejas?
Hunter – O melhor conselho que posso dar é seguir o conselho e o exemplo de nosso líder Jesus. Ele disse que liderar é servir. Sendo assim, amem e sirvam os outros. Amar significa se doar para os outros, identificando e suprindo suas reais necessidades e buscando o melhor para suas vidas.
Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o site www.institutojetro.com

    Só não entendí muito porque um escritor cristão evangélico usa como personagem principal um monge católico romano como emanador de toda a sapiência que se quer transmitir, embora a Bíblia seja citada amplamente, todavia, dá pra perceber que a interpretação é muito "protestante" . Indico a leitura a todos os que trabalham com administração e gerenciamento de pessoas e destaco que há boas idéias expressas, como a de "Liderança Servidora" e do "Amor é o que o Amor faz".
 Retirei do Blog: silvio-araujo.blogspot.com

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

DUELO: VIOLÃO X BANJO!!!

  O filme Amargo Pesadelo (Deliverance) foi rodado no interior dos Estados Unidos no início dos anos 70, e levou o diretor a fazer a locação em um posto de gasolina nos confins do centro-oeste americano, onde os atores contracenariam com o proprietário do posto, que ali morava com a mulher e o filho autista.
   Foi então que aconteceu a cena mais marcante que o diretor teve a felicidade de registrar e encaixar no filme. Num dos cortes para refazer a cena do abastecimento, um dos atores que sempre andava acompanhado do seu violão, dedilhando alguns acordes de uma música country percebeu a presença do garoto que carregava um banjo na varanda (ou mesanino) da casa, o qual aproximou-se, sentou numa cadeira de balanço e começou a repetir a sequência musical do ator. Com a 'resposta musical" o diretor continuou a gravar a cena que vocês verão no vídeo anexo.
   Repare na expressão do garoto, no início triste e pequeno, mas a medida que toca seu banjo ele cresce com a música e vai se deixando levar por ela até transformar sua expressão em alegria, que é resgatada graças a um violeiro forasteiro.
  O garoto brilha, cresce e exibe o sorriso preso nas dobras da sua deficiência que a magia da música traz à superficie. Depois ele volta para dentro de si, deixando a sua parcela de beleza eternizada nesse filme.
   Importante observar: 
- A cena não fazia originalmente parte do filme.
- O garoto é realmente autista.
- A alegria do pai é tanta que não se contém e começa a dançar.
- A expressão da mãe captada numa janela da casa.
- A capacidade de um autista em acompanhar o músico num dueto de complexa execução.
- O sorriso espontâneo do garoto que, por um instante, interage com o mundo exterior.
- A reação típica do autista quando o ator, após o espetáculo, quer cumprimentá-lo. 


terça-feira, 3 de agosto de 2010

A SAUDADE QUE FICA!

  Todas as pessoas que passam pelas nossas vidas deixam as suas marcas num ir e vir infinito. 
  As que permanecem, é porque simplesmente doaram seus corações para entrar em sintonia com nossas almas.
  As que se vão nos deixam um grande aprendizado! Não importa que tipo de atitude tiveram,  mas com elas aprendemos muito.
  Com as vaidosas e orgulhosas aprendemos que devemos ser humildes. Com as carinhosas e atenciosas aprendemos a ter gratidão. Com as duras de coração aprendemos a dar o perdão.
  Com as pessoas que passam pelas nossas vidas aprendemos também a Amar e de várias formas... com amizade, com dedicação, com carinho, com atenção, com atração, com paixão ou com desejo.
  Mas nunca ninguém nos ensinou e nunca aprenderemos como reagir diante da "SAUDADE" que algumas pessoas deixam em nós.
 ( Marilene Laurelli Cypriano )