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domingo, 18 de dezembro de 2011

Como sobreviver às compras de Natal!

    Você está a beira do abismo do consumo e do endividamento das festas de fim de ano! Quantos se deixam envolver pelo gasta-gasta do Natal e amargam as contas durante os primeiros meses do ano novo!
    Você pode aplicar princípios da Bíblia para viver um período de festas abençoado e livre da “ressaca financeira”.
  • Gaste menos do que você recebe. Usando o 13o, férias, talvez você possa colocar alguma coisa na poupança. Não devemos gastar só porque recebemos dinheiro extra.
  • Dê presentes que não podem ser comprados. Os presentes mais preciosos não podem ser comprados com dinheiro, como por exemplo amor, compromissos de fidelidade, apoio, amizade. Escreva um cartão, carta, diga pessoalmente qual é o seu presente.
  • Faça uma lista de presentes. Antes de sair, faça uma lista com nomes, presentes e preços. Calcule o custo total. Este custo cabe dentro do seu orçamento? Decida quanto você pode ou deve gasta por presente neste Natal. Depois disso você pode sair às compras!
  • Não compre nada porque está barato. Evite cair na tentação de comprar algo que não está na sua lista para aproveitar o preço. O nosso Pai Celeste no futuro vai suprir outras oportunidades para comprar o necessário.
  • Não dê cheque pré-datado! Cuidado com o cartão de crédito! Lembre-se de que os meses de janeiro e fevereiro contém muitas despesas extras, devido às férias escolares, matrículas, livros, etc. Não empurre para lá os gastos de final de ano!
  • Você percebe a diferença entre “eu preciso!” e “eu quero!” ? Analise com cuidado os seus desejos. Você não será menos feliz por não satisfazer todos os seus desejos. Este pode inclusive ser um bom momento para desenvolver um aspecto importante da vida: auto-controle.
  • Organize sua vida financeira. O décimo terceiro, bonificações, etc. servem também para saldar dívidas que porventura existam. Organize o seu orçamento familiar
  • Ajude as pessoas. Use os recursos dados por Deus com responsabilidade e sabedoria. Procure ajudar pelo menos uma família neste Natal.
     Espero em Deus que celebrar o Natal com fidelidade, valores adequados e disposição de ver Deus agindo permitam a você experimentar o verdadeiro sentido do Natal – celebrar o presente de Deus – Cristo Jesus.
L. Roberto Silvado
http://www.prazerdapalavra.com.br

Cantores Evangélicos na Globo?

Pobres inocentes que pensam: "Abertura pra pregar o Evangelho"!

   A Rede Globo transmitirá hoje, após o programa A Turma do Didi, o programa Festival Promessas, gravado no dia 10/12, no Aterro do Flamengo, no RJ, onde reuniu alguns dos maiores astros da música gospel do Brasil.
    O Festival Promessas é um especial de fim de ano que a TV Globo exibirá hoje, e contará com a presença de nomes da música evangélica: Diante do Trono, David Sacer, Fernanda Brum, Fernandinho, Regis Danese, Damares, Ludmila, Pregador Luo e Eyshila.
  Tem muita gente comemorando esse momento histórico, inclusive nas redes sociais. Todos estão proclamando que a Globo se abriu para o Evangelho, que vidas serão edificadas e que almas serão libertas. Mas será esse o interesse da quarta maior emissora de TV do mundo?
   Até que ponto os cristãos vão ser uma ameaça ao reino de Satanás assim, uma vez que o pacto entre a emissora reconhecidamente espírita e os crentes é cada vez maior? Qual o interesse das Organizações Globo (juntando todos os meios de comunicação além da TV) em realizar um trabalho desses? Não, festeiros, os globais nunca terão vontade de espalhar a mensagem de Cristo assim, tão fácil e tão simples.
   A Rede Globo tem observado o potencial que os crentes têm. Ao longo dos tempos, o que o Diabo tem feito é mortificar a vida de santificação da igreja. Primeiro, a legalização da TV no meio cristão. Até aí tudo bem, mas depois veio a programação profana, os conteúdos sem valores morais e sem referencial humano. Só que os evangélicos, hoje, formam uma grande parcela do povo brasileiro, e a emissora tem notado que não é com a atual programação devassa que irá conquistá-los, mas sim promovendo esse tipo de atração.
   A questão é que, ao fazer esse Festival Promessas, a Globo vai incorporar o telespectador crente aos demais, e, por consequência, qualquer tipo de conteúdo, em longo prazo, vai ser bem aceito, seja pelos telespectadores cativos ou pelo novo público fiel da emissora, isto é, os crentes. Afinal, o desejo da emissora é fazer com que os fãs dos cantores pensem “se ele canta lá, então não há problema”.
   Pior para o currículo espiritual dos chamados “artistas gospel”, que irão se promover, serão as estrelas e conquistarão o mundo, a ponto de se tornarem amigos dele (1 Jo 2.15-17). Pior também é que a emissora não visa apenas o lado comercial. Há uma ação espiritual para tudo isso. A Rede Globo é totalmente contra ao Cristianismo e à Bíblia, e sua ideologia é avessa ao Evangelho. As causas que ela promove não se coadunam com a fé cristã.
   Basta lembrar o que aconteceu em Filipos. Um demônio quis “ajudar” o apóstolo Paulo na pregação do Evangelho, mas Paulo não aceitou (At 16.16-19). Por quê? Porque o inimigo é ardiloso.  Ele ajuda apenas para criar uma forma de autobenefício e, por consequência, abandono dos reais preceitos cristãos.
   Se atração vai ser útil para os evangélicos, não se sabe. A única certeza é que os crentes devem conter sua euforia, porque a Globo não é ingênua. Sua atitude é minar a resistência dos cristãos para depois explodir os seus preceitos malignos nos corações já cauterizados. Vigiemos, pois!

Fonte: http://kedsonni.blogspot.com

sábado, 10 de dezembro de 2011

Música "Ressuscita-me" - Aline Barros


    A canção “Ressuscita-me” tem sido bastante entoada pelos evangélicos. Sua melodia é bonita e envolvente — admito —, mas a sua letra está de acordo com as Escrituras? Tenho recebido vários pedidos por e-mail para analisá-la. E resolvi atender a essas solicitações.
  Adianto que esta abordagem respeita a licença poética, mas prioriza a Palavra de Deus (1 Co 4.6; At 17.10,11; Gl 1.6-8). Afinal, como crentes espirituais, devemos discernir bem tudo (canções, pregações, profecias, milagres, manifestações, etc.), a fim de retermos somente o que é bom (1 Co 2.15; 1 Ts 5.21).
   “Mestre, eu preciso de um milagre. Transforma minha vida, meu estado. Faz tempo que eu não vejo a luz do dia. Estão tentando sepultar minha alegria, tentando ver meus sonhos cancelados”. Não vejo problemas no início da composição em análise, visto que todos nós, mesmo salvos, passamos por momentos difíceis em que nos sentimos perseguidos, isolados, como que presos em um lugar escuro, sufocante, “no vale da sombra da morte” (Sl 23.4). Nessas circunstâncias, é evidente que ansiamos por um grande milagre.
  “Lázaro ouviu a sua voz, quando aquela pedra removeu. Depois de quatro dias ele reviveu”. Aqui, como se vê, a construção frasal não ficou boa. Quem removeu a pedra? Com base na licença poética, prefiro acreditar que o compositor referiu-se aos homens que removeram a pedra, naquela ocasião (Jo 11.39-41), haja vista Lázaro, morto e amarrado, não ter a mínima condição de fazer isso — segundo os historiadores, aquela pedra pesava cerca de quatro toneladas.
   A oração cantada prossegue: “Mestre, não há outro que possa fazer aquilo que só o teu nome tem todo poder. Eu preciso tanto de um milagre”. Algum problema, aqui? Não.
  “Remove a minha pedra, me chama pelo nome”. Os problemas começam aqui. Se o compositor tomou a ressurreição de Lázaro como exemplo, deveria ter sido fiel à narrativa bíblica. É claro que Deus remove pedras grandes, como ocorreu na ressurreição do Senhor Jesus (Mc 16.1-4). Mas, no caso de Lázaro, quem tirou a pedra foram os homens, e não Deus (Jo 11.41)!
   Aprendemos lições diferentes com as circunstâncias que envolveram as aludidas ressurreições. Fazendo uma aplicação espiritual, há algumas pedras que Deus remove (como na ressurreição de Jesus), mas há outras que o ser humano deve revolver (como na ressurreição de Lázaro). Em outras palavras, Deus faz a parte dEle, e nós devemos fazer a nossa (Tg 4.8; 2 Cr 7.13,14).
  “Muda a minha história. Ressuscita os meus sonhos. Transforma a minha vida, me faz um milagre, me toca nessa hora, me chama para fora”. Clichês comerciais e antropocêntricos não podem faltar em gospel hits: “muda a minha história”, “sonhos”, etc. Como já falei muito sobre esse desvio em meu livro Erros que os Adoradores Devem Evitar, evitarei ser ainda mais “antipático”. Mas é importante que os compositores cristãos aprendam que os hinos devem ser prioritariamente cristocêntricos.
  “Ressuscita-me”. Aqui vejo a principal incongruência do cântico, a qual não pode ser creditada à licença poética. Pedir a Deus: “ressuscita os meus sonhos”, no sentido de que eu me lembre das suas promessas e volte a “sonhar”, a ter esperança, a aspirar por dias melhores, etc. — a despeito do que afirmei sobre o antropocentrismo —, até que é aceitável. Mas não posso concordar com a súplica: “Ressuscita-me”. Por quê? Porque o salvo em Cristo já ressuscitou, espiritualmente, e não precisa ressuscitar de novo!
  Quer dizer, então, que a aplicação feita pelo compositor é contraditória? Sim, pois, em Colossenses 3.1, está escrito: “se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus”. O que é o novo nascimento? Implica morte para o pecado (Cl 3.3) e ressurreição para uma nova vida (Rm 6.4). Essa analogia da nossa preciosa salvação — pela qual temos a certeza de que estamos mortos para o pecado e já ressuscitamos para o nosso Deus — não pode ser posta em dúvida para atender a anseios antropocêntricos. Por isso, a oração “Ressuscita-me” se torna, no mínimo, despropositada.
  Alguém poderá argumentar: “Ora, a Bíblia não diz, em 1 Coríntios 15, que vamos ressuscitar? Por que seria errado pedir isso para Deus?” Bem, o sentido da ressurreição, no aludido texto paulino, é completamente diferente do mencionado na composição em apreço. Paulo referiu-se à ressurreição literal daqueles que morrerem salvos, em Cristo (vv.51-55; 1 Ts 4.16,17). Hoje, em vida, não esperamos ser ressuscitados, pois já nos consideramos “como mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus nosso Senhor” (Rm 6.11). Amém?
Ciro Sanches Zibordi
 
Fonte:  http://cirozibordi.blogspot.com/

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Este estranho amor!

Deus saindo de sua morada e vindo me buscar               
para devolver o Amor que eu havia jogado fora.
Como entender?
O invisível se fez visível, palpável.
O verbo se tornou concreto, substantivo.
Por amor abaixou-se, 
veio ao raso.
Fez-se menino e tomou sobre si toda a minha humanidade 
sem nunca deixar de ser Deus.
Estranho amor.
Acolheu meus limites, minhas necessidades e minhas fraquezas.
Por amor.
Como o compasso de uma dança, num mesmo movimento:
deu-se inteiramente e acolheu-me inteiramente.
Doar, esvaziar...
Receber, acolher...
Doar, esvaziar...
Receber, acolher...
Obedecer sem nunca se queixar.
Só Ele foi capaz de fazer.
Jeito estranho de amar.
É maravilhoso demais!
Não, é doloroso demais...
Amar o não amável. 
Aquele que me ameaça, 
aquele que me magoa, 
aquele que não é como eu queria que fosse.
Amar o diferente,
aquele que não é como eu.
Sim, é doloroso demais.
Mas foi assim que Ele amou.
É assim que Ele me ama.
E é só isso que Ele me pede.
Ajuda-me, Senhor, a viver tamanho mistério tão simples.
Impossível de entender sem a Fé,
impossível de viver sem a Sua companhia.
Com a Tua Graça, 
conduza-me no compasso da dança
deste Estranho Amor.
Ana C. P. Natividade
Fonte: http://www.prazerdapalavra.com.br